domingo, 3 de outubro de 2010

Amargura?!

O meu amor é como um rio. Não pára nem seca. É perene e tem vida própria. Mesmo sem te encontrar ele está vivo e pulsa dentro do meu peito como um vulcão. Vem, não te escondas! Não fujas dessa energia que tenho para ti. O vulcão que tenho dentro do peito dar-te-á mais do que sonhaste!
Amargura é o que sinto por teres escolhido tornar-te invisível. Aparece alma solitária, junta o teu ser ao meu, fica comigo!
Desfaz-me este amargo de boca que é desejar ter-te sem te encontrar! A vida é curta e eu prometo não falhar... nem te faltar...
A minha amargura é relativa porque te não conheço! A minha dor é subjectiva, não padeço!
Porém, contigo, a doçura seria conquista, reconheço.
Acima de tudo seremos felizes, um só... e eu acho que mereço!

Errante - 03/10/2010

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