Encontra o teu túmulo pois não vales nada!
És sensível á dor física;
Quanto à infligida a outrém?
É por ti ignorada.
Não fazes falta, és já cinza que o vento espalhou!
És particula divisível, dividida;
Que paira ao sabor da brisa!
Vai-te alma gelada,
Que de tanto procurar,
Nada constrói, nem encontra nada!
Afasta-te, vai para longe...
Sem ti, sou eu, sou mais que tudo!
Sem ti começo a viver,
A encontrar-me...
Errante - 01/2010
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